A INICIATIVA É QUE FAZ A DIFERENÇA

Por Luiz Eduardo Gasparetto

Nas empresas, qual é o fator que separa os fortes dos fracos? Que faz a distinção entre um bom líder e um líder fraco? Que faz com que alguns colaboradores cresçam profissionalmente enquanto outros ficam marcando passo no mesmo lugar? Sem dúvida, é a iniciativa a característica que distingue o colaborador notável do fraco. A falta de iniciativa é um dos grandes obstáculos ao desenvolvimento profissional dos aspirantes a funções de mais responsabilidade nas empresas.

O colaborador que apenas “cumpre sua obrigação” ou que faz apenas “aquilo que está na minha descrição de cargos” ou só aquilo que lhe é exigido, que não se arrisca por novos caminhos, que não se preocupa em aprender coisas novas e deixa de fazer o que precisa ser feito “porque não é o meu trabalho” tem poucas chances de crescer na organização.

Hoje as empresas precisam de colaboradores que vão além, que superem seus limites continuamente, para que ela possa vencer a feroz concorrência, atender clientes e consumidores cada vez mais exigentes, oferecendo bons serviços e produtos. E ela jamais conseguirá isso com uma equipe que apenas faz o mínimo necessário para manter seu emprego e onde o colaborador não tem iniciativa.

Para se destacar no mercado de hoje a empresa necessita de pessoas realizadoras que:

• Tenham iniciativa para fazer o que precisa ser feito independente de ser uma tarefa sua ou não.

• Solucionem os problemas em vez de criá-los, fazer de conta que não viu ou tentar empurrá-los para outros.

• Se preocupem com a qualidade em tudo que fazem, mesmo nos trabalhos mais simples e rotineiros.

• Saiam da sua zona de conforto e se arrisquem em novos caminhos.

É a iniciativa o “segredo” que faz a diferença entre o colaborador ativo, com visão empreendedora, do colaborador medíocre. E esse último, que geralmente tem que ser carregado pelos outros, é muito mais comum nas organizações do que se imagina. Mas também é rapidamente identificado e afastado.

A pessoa que agem dessa maneira, sem iniciativa, vivendo na “sombra” dos colegas e procurando se esquivar de tudo que lhe traz mais trabalho está totalmente enganada. A idéia de trabalhar “conforme o salário”, deixando de lado tarefas porque “eu não ganho para isso” não leva ninguém ao crescimento profissional e pessoal. E o pior é que, na maioria das vezes, ele se acha esperto e pensa que o seu colega que sempre se oferece para fazer coisas que não são de sua alçada é “trouxa”.

Esse “colaborador” que se dedica o mínimo possível pode até obter alguns benefícios provisórios, mas a médio e longo prazo será o mais prejudicado.

Categories: Liderança

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