Quando o gestor cria um sistema de informação e este lhe informa que as coisas não estão caminhando como deveriam e que o planejado não está acontecendo, é hora de o gestor tomar algumas medidas corretivas para fazer com que as coisas voltem ao caminho certo.

Se uma medida corretiva não for tomada pelo gestor o sistema de informação não tem razão de existir e o controle fica sem sentido.

As medidas corretivas necessárias precisam ser tomadas, às vezes, com urgência, para evitar um prejuízo maior. Quanto mais elas tardarem a acontecer mais a situação vai se agravando e, com isso, a correção pode ficar muito cara ou até impossível de ser feita. Por isso, o sistema de controle deve ser muito bem implantado e planejado para levar rapidamente a informação ao gestor, em casos de desvios, e este deve ter sua atenção constante para o que está sendo informando.

As medidas corretivas mais comuns que um gestor pode tomar são:

– Redistribuir as tarefas, isto é, colocar novas pessoas para executar as tarefas, porque talvez os colaboradores designados para as executarem não sejam os mais indicados para isso;

– Treinar o pessoal, porque talvez os colaboradores designados para a execução das tarefas não sabem como executá-las;

– Tomar alguma medida disciplinar, quando, por exemplo, o gestor nota que existe alguma forma de “sabotagem”, desleixo ou então má vontade do pessoal na execução das tarefas;

– Rever os padrões, que talvez tenham sido fixados de maneira subjetiva, sem um maior estudo, e podem estar supervalorizados dificultando seu atingimento;

– Revisar o equipamento ou matéria-prima, porque talvez existam problemas com o tipo de matéria prima que esteja impedindo que os padrões sejam atingidos.

Então, é preciso ficar claro que sem tomar medidas corretivas o gestor está cometendo um grave erro e pondo em risco o atingimento dos objetivos estabelecidos. Não corrigir um erro é errar duas vezes.

Por Luiz Eduardo Gasparetto , professor de Pós em Gestão.

Categories: Gestão, todas

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