Quando as organizações enfrentam problemas na gestão, produção,  vendas e sistemas, entre outras áreas, e não tem condições de resolver  sozinha os problemas, um caminho encontrado por algumas delas é  obter o auxílio de um profissional “de fora”, alguém que não esteja  diretamente comprometido ou envolvido com os problemas que a  empresa enfrenta. Esse profissional deve estar apto a solucionar  problemas através um diagnóstico correto e a apresentação de alternativas de solução que estejam ao alcance da organização.

É nessa hora que o trabalho de consultoria se torna necessário para auxiliar os gestores da organização nessas tarefas de solução de problemas que, nem sempre, eles sabem, podem, têm tempo ou querem executar.

Conforme definição, qualquer pessoa que auxilia outra pessoa em dificuldade dando conselhos ou sugestões está realizando um trabalho chamado de consultoria. Mas, se esse trabalho for realizado especificamente dentro da empresa e por um profissional especializado, ele é chamado de Consultoria Organizacional.

O trabalho de consultoria é, hoje, uma profissão comum que está presente em diversas áreas de atuação, tanto no universo dos negócios quanto em nossa vida pessoal. É só observarmos, por exemplo, a quantidade de profissionais chamados de personaltrainig, personalstyles, consultoras de moda, de beleza e tantos outros que são requisitados diariamente por pessoas que desejam solucionar algum problema.

Dai porque não apenas profissionais com muito tempo de formação e experiência, mas também muitos recém-formados nos mais diversos campos, resolvem ir ou são repentinamente levados pelas circunstâncias para a execução de um trabalho de consultoria organizacional e se tornam consultores.

Consultor

Definição do IBCO – Instituto Brasileiro dos Consultores de Organizações

“Consultor de Organização é o profissional, qualificado por instrução e experiência específica, cuja principal atividade é a prática da Consultoria de Organização, de forma continuada e nitidamente predominante sobre outras eventuais atividades que porventura exerça”.

Esse trabalho do consultor organizacional, quando realizado com eficácia por um profissional especializado, torna-se útil para a empresa, permitindo a implantação de ações efetivas para eliminar situações problemáticas que, provavelmente, não seriam implantadas sem uma “ajuda” do consultor. Ele serve como apoio do gestor/cliente, oferece sugestões diversas com isenção total e é a pessoa que pode sugerir sem estar diretamente envolvido no problema.

Mas é bom lembrar – para o cliente e também, às vezes, para o próprio consultor – que não é ele quem irá se responsabilizar por essas ações e sim o cliente que está envolvido no problema.

O consultor atua apenas como um ponto de apoio e deve se preocupar simplesmente com a transferência de conhecimentos e técnicas que permitam ao cliente, não só no caso que está sendo estudado, mas também em casos de reincidência, projetar e realizar ações, mesmo sem que o consultor esteja presente. A responsabilidade final, estando o consultor presente ou não, é sempre do gestor que é, na consultoria organizacional, o seu cliente.

Se desejar saber mais sobre consultoria e consultor sugiro a leitura do meu livro: Consultoria Externa e Interna com Ênfase em R.H. publicado pela Phorte Editora.

 

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