UM BOM ATENDIMENTO DEPENDE DE PESSOAS E NÃO DE SISTEMAS

(2ª PARTE)

Por Luiz Eduardo Gaspareto

Em post anterior escrevi sobre a importância do bom atendimento. Agora, escrevo sobre dicas práticas do que fazer para conseguir que a fiulosofia do bom atendimento de espalhe e se mantenha na empresa.

O que a empresa pode fazer?

  • Mostrar aos seus colaboradores, através dos seus diversos canais de comunicação, que ela é uma organização que tem, no atendimento ao cliente, a base do seu sucesso;

 

  • criar instrumentos que possibilitem escutar o cliente, entender seus desejos, e sempre, porque seus desejos mudam;

 

  • mostrar a todos os colaboradores o que ela entende por qualidade no atendimento e a importância que dá a isso;

 

  • estabelecer meta de 100% para o desempenho do pessoal de atendimento, não aceitando o ”erro inevitável”. Errar não é humano, acertar é que é humano;

 

  • executar com carinho o processo de seleção, encontrando principalmente talentos para a tarefa de atendimento que tenham, naturalmente, uma atitude receptiva;

 

  • propiciar treinamento e desenvolvimento, tanto técnico quanto comportamental e atitudinal;

 

  • manter uma política de recursos humanos saudável, que motive as pessoas;

 

  • reconhecer e recompensar a atenção dos funcionários que se destacam na aplicação de uma atitude receptiva;

 

  • envolver todos na aplicação da atitude receptiva. Bom serviço não é atribuição de alguns, mas de todos;

 

  • delegar autoridade para que aqueles que estão na linha de frente possam tomar as decisões necessárias para bem atender ao cliente nos seus “momentos da verdade”;

 

  • fazer com que seus executivos tenham uma atitude de prestação de serviços, que mantenham  contato com funcionários e clientes, que revisem processos de trabalho, que incentivem e reconheçam bons desempenhos e que procurem facilitar as coisas para aqueles que estão prestando os serviços.

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